Wednesday, 25 November 2009

Constancia


Enquanto isso... No subterraneo de nossa calma,
sao preparadas as porcoes quimicas que serao
adicionadas as nossas lagrimas. A unica vantagem
que temos eh a dosagem de acido, que por decisao
de nos mesmos veem medidas que se descontrolam.
A corrosao nesse processo so depende dessa
quantidade que voce acaba adquirindo atraves
do emocional e algumas vezes espiritual. A paz
interior corta a acidez e o caminho nem sempre
estara disponivel, e eh por isso que a busca eh, e
sera sempre constante.

Monday, 23 November 2009

Distrito de quintal.



Concordo que a arquitetura vale bastante no caso de Brasilia mas, Brasilia eh feita de pessoas que identifica e forma uma identidade individual sem palavras devido a miscigenacao e cruzamento de etnias e eh por isso que esse lugar prende tanto os coracoes de quem mora(mesmo nao sendo de Brasilia), de quem ja morou la e nao param de pensar um segundo se quer... em voltar.

Thursday, 19 November 2009

UFO's


Desmascarar e tomar partido das armas nucleares e toda a tecnologia
que vem sendo escondida pelos cientistas e governos para que a infancia
da humanidade possa pular pra um galho mais alto dessa arvore que vem
sendo podada pela nossa propria ignorancia.

Friday, 13 November 2009

que tempos...


O mundo em volta de mim pode ate estar vendo esse chao aqui de maneira
diferente que estou. O valor desse mesmo chao pode ate estar escondido
atras de uma placa numa subida na estrada, que nesse instante congestionada
nao consigui ve-la. Nem sei se sera possível ver o que realmente ha escrito
ou que tipo de mensagem esta me reserva. Prudencia é o que mais existe nesse
caminho, por que ele é lento. Mas, as visoes vao longe, bem longe... e cada vez que
saio de dentro do imaginario caio sentado aqui, roendo as unhas me perguntando
por onde andei e pra onde foi a tarde... engracado como o tempo voa. Aprendemos
a voar com o tempo, a ser-mos firmes com as tempestades do tempo, a sorrir também
com o bom tempo e os velhos e bons tempos.

Saturday, 7 November 2009


As vezes a alma ordena o silencio em profundidade pra dentro de nos
para que os gritos aos prantos pecam perdao.
Por nao dividir-mos a mesma cicatriz.
Pelo brilho dissolvido e devorado pelo escuro.
Pela mao fechada que a vida se quer importou-se de abrir.
Pelo trinco da porta que mesmo ruido, esfarela-se no ferrugem
que se aprecam por si, pra se livrarem do mau, de certas imagens,
obter alegrias, secar as lagrimas...
Cores ja existentes que perecem num tom de cinza, meio fosco...
mas que triunfa atraves da metade da jornada em direcao ao mundo exterior,
que atravessa brutalmente essa rustica porta de porao, carcere talvez...
entre a capsula matriz do tempo, O utero, a vida passada e o proximo plano.