Saturday, 7 November 2009


As vezes a alma ordena o silencio em profundidade pra dentro de nos
para que os gritos aos prantos pecam perdao.
Por nao dividir-mos a mesma cicatriz.
Pelo brilho dissolvido e devorado pelo escuro.
Pela mao fechada que a vida se quer importou-se de abrir.
Pelo trinco da porta que mesmo ruido, esfarela-se no ferrugem
que se aprecam por si, pra se livrarem do mau, de certas imagens,
obter alegrias, secar as lagrimas...
Cores ja existentes que perecem num tom de cinza, meio fosco...
mas que triunfa atraves da metade da jornada em direcao ao mundo exterior,
que atravessa brutalmente essa rustica porta de porao, carcere talvez...
entre a capsula matriz do tempo, O utero, a vida passada e o proximo plano.




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