Friday, 26 March 2010

Brasilia 50



Brasília

( Adriano Carrijo)


Teatro cortina aberta de palco


Onde reverente o Sol se apresenta


Espero pra vê-lo sair


Sussurra ao vento que ostenta


O mito das pedras dalí



Reflete a magia em seus rios


Espelhos e desafios


Um feixe nas folhas do Ipê


Cerrado que me fez crescer



Arquitetura vale bastante


Orgulho estampado


Por Niemeyer em meu semblante


Não dispenso a identidade


Que introduzimos a essa cidade


Massacrada e difamada por politicagem



Miscigenação multicultural


Rapadura, baião e mingau


Corações presos por amor


De quem mora e quem já morou


Da saudade que quer matar


E não param de pensar um segundo sequer

Em voltar.


5 comments:

Adriana Rocha Geografia/História said...

Querido poeta, eu como sua fã, não poderia deixar de comentar tão belo trabalho...ao mesmo tempo que mostra todo o seu amor por sua terra, apresenta uma crítica dura e pertinente sobre o atual cenário que vivem os brasilienses! Essa poesia foi escrita, penso eu, com mto amor e ela fará mudar o rumo de sua história!! Fantástico trabalho! Parabéns!!

Adri@no said...

Sem palavras pra vc minha querida!Sempre bem vindo qualquer que seja o comentario por vc Adriana pq eh isso que faz qualquer tipo de trabalho se desenvolver. obrigado e um grande bjooooooooo

Adriana Rocha Geografia/História said...

Eu não te falei que essa poesia poderia mudar o rumo de sua vida?? Quase uma vidente!! hahahahah bjks

Adri@no said...

POis eh!!! Dri Dinah!rs. Bjo pra vc e Obrigado pela luz. bjo

Gina Rúbia said...

Parabéns pela poesia, adorei!! Você realmente merece publicar seu livro! Tá pronto o garoto!! Bj