Saturday, 25 October 2008

Aquela uma.

Rosto aliviado que descansa sem culpa sobre a palma da mão
de seu amado, que então acolhe, perdoa e suspira calmamente
já esquecendo o que havia te arrasado.
Gargalhada gritante de baixo semblante, som emitido pelo corpo,
expressão expelida pela alma, baixo teor de alegria onde a tristeza
já de saída passa e acena desesperada pra freiar o carro e criar mais
um caso. Lugar estranho, e que vento frio!Dessa vez sinto que vou descer
o barranco arrastando as costas no chão, mas que diferença faz não sinto
mais nada mesmo já faz um tempão!? Como se a alma tivesse sido posta dentro
de um pano, amarrada e coberta de socos pesados ferindo-a e escoando então
todo o líquido que umidece e retém o calor do corpo e mantinha a lucidez.

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