Saturday, 11 October 2008

água

Quando toda água já tiver rolado por baixo da ponte e
animais sedentos separado da lama a ultima gota das poças,
a árvore seca do barranco se curvado por um gole dando sua
espinha às aves, esqueleto de um bicho qualquer sob o sol no
aterro, formiga fabricando sua estrada naquela pressa de se quer
por sua carga no chão... Será então um pouco tarde pra sentar-se
a beira desse rio, atirar pedras, grafar seu nome com o dedo na terra fina,
quebrar gravetos...e chorar.

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