Wednesday, 3 February 2010

Rapidez da vida


Meu Pai foi quem me mandou aqui
Pra experimetar a carne e definir
Sentimento
Pra ser sincero
O que menos gostei foi a dor
Talvez seja por isso que a chamam dor
O silencio tambem traz a dor
Mas muitas vezes tambem traz a paz
Eu gosto de paz
Podia ser tudo em paz
Digo entre os povos
Quantas linguagens
Quantos significados
Ja que a telepatia nao e opcao
Tento advinhar
As vezes acerto
Acho que tenho esse poder
Mas quando erro
Lembro que eh so uma experiencia
E que meu Pai me mandou
Aqui sou mortal
Vivo de acordo
Vivo sem pressa
Venho de onde
Sei que volto
Quando volto?
Pai eh voce?

1 comment:

Adriana Rocha Geografia/História said...

Estimado escritor, fiquei surpresa e ao mesmo tempo intrigada de não ter visto um belo trabalho como este antes. É a expressão do livre arbítrio que mais me chamou a atenção, as escolhas nos trazem sentimentos diversos e a dor, realmente é o pior deles, a parte de aprender errando é eloquente, pois o erro se faz necessário. Ganhamos esse presente, que é a vida, temos que usufruir dele plenamente, pois nunca se sabe a sua data de validade, não é mesmo? Ma-ra-vi-lho-so poema...Parabéns! Bjks saborosas