Wednesday, 19 January 2011

Ao teu veu

A enfermidade da alma

Deteriorou a carne

Emperrou as portas

Onde a luz agora se apaga

Por ela que sai por último


Agora inocente e inconsciente

Uma casa aparentemente

Vazia

Luz prolifera-se

De fora pra dentro

Como o dia


Filtro transcendente

Por um senhor que eu sei

Nunca ausente

Eleva-me

Frequente


Instrumento por Ele

Transformador de energia

Lâmina afiada de luz

Água fria


Onda compulsiva

Chacoalho de ânimo

Mãos feminina

Irradia


Lançar-se de si

E emitir sobre mim

O véu da tua aura

Reanimando essa alma

E agradecer entao

Por fim…






2 comments:

maria said...

Em sua voz, sera uma cancao
No meu fichario, um segredo
Em minhas memorias, eterno
Lindo!

Adri@no said...

Muito obrigado querida!
espero que aprecie o blog.
bjo grande pra vc hj e sempre/
adri